Vocês
sabem que o que eu sinto, eu escrevo por aqui. E com este post, não
vai ser nadica diferente, simplesmente porque tem vezes que a gente
pára e se coloca a pensar sobre determinadas coisas. Uma saudade,
uma atitude, alguma coisa que tenha de fato, mexido com a nossa
cabeça/coração. Assim foi quando li o post da Sabrina, do Coisasde Diva. Nele, ela fala sobre uma mudança de atitude – da parte
dela – em relação ao costume diário das críticas aos outros (e sobre trocar críticas por elogios sinceros - eu tenho o costume de elogiar as coisas e pessoas que eu gosto e já fui taxada de puxa-saco...mas que se dane, se é verdadeiro pra mim, foi fazer mesmo, oras! Não faço elogio pra ganhar atenção de ninguém). Me
identifiquei com o post em tamanha profundidade, por esta ser uma
bandeira que eu levantei já há algum tempo (inclusive por aqui). No
meu entendimento, críticas são boas quando são construtivas, até
porque elas incluem o respeito – que é ótimo e todo mundo ama. E
parece ser moda hoje em dia, criticar por criticar. O lance é
trollar, é rir da cara alheia escondendo o próprio rosto. Anonimato
é benção? Porque você não assume a sua crítica e deixa seu
nominho lá, pra todo mundo ver? Hein?
Então,
a partir disso eu queria fazer uma pergunta pra vocês: O que nos
custa rever estes conceitos negativos? O que nos custa tentar
melhorar, nos policiarmos diariamente pra que nossas palavras sejam
melhores, que nossos atos reflitam uma evolução? A gente reclama
tanto que o mundo está um caos, que a violência impera e que a
pobreza só aumenta. Mas a gente deixa isso praquele tiozinho
favelado, coitado, que não teve estudo e nem comida na mesa, que
vira ladrão porque a sociedade obriga...mas nós somos a sociedade;
nós somos também violentos, quando achamos que os violentos são os
outros. Nós somos pobres, mas de espírito (que é a pior pobreza
existente, acredito eu). É mais fácil visualizar os defeitos
alheios, por que “deusmelivre, eu sou perfeita e deus me
ama”, porque os defeitos, a gente carrega numa mochila nas costas.
Não é?
Como
disse a Sabrina, “eu sei que o mundo não é cor de rosa”, que as
pessoas são ruins; Mas é justamente por aí que a gente tem que
pegar a história, é por aí que a coisa tem que mudar. Começando
por nós mesmos, numa avaliação bem íntima sobre o que nós
estamos fazendo de errado. E essa avaliação tem que ser feita
diariamente, só no Natal não vale. Eu pretendo mudar muitas coisas
em mim, e a minha maior mudança foi justamente em relação às
críticas generalizadas. Criticar sim, sempre – mas com fundamento,
com educação e respeito.






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ResponderExcluirMuito bem falado! =) eu já pratico isso há algum tempo. Criticar, só se for pra ajudar em alguma coisa, se for pra criticar só por criticar (não ter nada de melhor pra dizer), melhor guardar pra mim. Beijinhos!
ResponderExcluirMeus parabéns! Gostei muito do seu blog. Que o Senhor Jesus Cristo te abençoe, abundantemente.
ResponderExcluirVisite o meu blog e me adicione ao seu. Vamos fazer uma parceria. Aguardo sua confirmação.
Acesse: http://iijesuseocaminho.blogspot.com
Abraços.
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ResponderExcluirLindo post, Audrey. Vc tem tda razão, a gente tem que mudar por dentro. Como disse Gandhi: seja vc a mudança q vc quer ver no mundo.
ResponderExcluirBeijos da Taís.
Li e compartilhei! bjbjbj
ResponderExcluirNão sou de elogiar, não por medo de ser tachada de puxa-saco, mas por não acreditar que sendo boazinha com os outros serão comigo, se tiverem de gostarr de mim é pelo que eu sou, e quando começo a me analisar...acho tantos defeitos, sou chata, independente, não gosto de falsidade, e no fim das contas tenho vários amigos verdadeiros e por onde passo faço amizades legais, sendo verdadeira e chata...não sou de reclamar da vida, só agradeço a Meu Deus por me agraciar todos os dias com minha vida, da minha família e das pessoas legais que me rodeiam, o resto corro atrás...a gente tem que plantar a semente do bem e não só viver reclamando e não agir...
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